Pois bem, estou de volta. Agora, meu objetivo é viajar pelo Líbano e pela Grécia. Lembram-se de mim Sou o Tárik Murad, o jornalista árabe que retornou às origens para um livro reportagem. Pretendo fazer um segundo volume, e quem sabe, viver um novo romance! Quase vinte anos após as viagens que me proporcionaram escrever o “Às Escuras”, publicá-lo, e fazer boas vendas, o novo jornal para o qual trabalho agora, chamado “Diário diário”, me propôs que eu fizesse uma nova viagem, dessa vez, mais curta, por dois países apenas, para escrever reportagens, contar sobre a população, curiosidades, cultura, atualidades e a história desses lugares tão fascinantes. Será que dessa vez me apaixonarei por uma árabe ou por uma grega (...) Trecho do novo livro " Espelho de Focas", finalizado em abril de 2022
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Faz tempo que estou querendo homenagear três amigos escritores, com os quais tenho compartilhado lives, escritos, textos, revisões, críticas, e leituras agradáveis. Um é o escritor amigo Walter Figuerôa, de Pernambuco para encantar o mundo com as palavras. Trocamos dois livros, "Pégalus" e "Amigo Diário", uma leitura doce, tranquila e divertida. Com toda a sua timidez, esbanja todo o talento na escrita, sua pena parece que vai por vontade própria. Trechos: Um amor quase impossível. Algumas páginas de um diário. E dois personagens separados pela distância. Escondo-me nas mais variadas mãos, nos lugares mais inusitados do mundo." "Amigo Diário" "Já fui o auge da literatura infantil. A mentira já foi o assunto em destaque na minha história. Já sou uma realidade, uma verdade que reflete uma vida morta na natureza viva. No tempo em que minha história era lançada. (....) O outro é Angelo Asson, um grande companheiros das palavras, que como ele mesmo d...
Tentei suprir tamanha dor, envolvendo-me, outras vezes, mas sempre buscava meu jornalista tão sonhado nos rostos e corpos alheios, como quem busca viver o sonho na dura realidade. Escrevi histórias desordenadas, e a minha dor no papel mostrava o coração em tamanho desespero. Perguntava-me o que estava errado, e por que vivia aquele tamanho castigo. Não havia sido digna de seu amor e nossos destinos pareciam nunca mais se cruzar. A dor dilacerante me levava a arrebatamentos de loucura e eu forjava, propositalmente, a realidade para que me parecesse menos insana e cruel. Estava muito apaixonada e pensava que o único escapismo era a morte. Tentava compor desabafos de dor. Na dança, equilibrava-me, e, na literatura, buscava algo que suprisse tamanho amor. Perguntava-me com frequência: Por que esse amor negado? Trecho de um conto

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