" É uma negação constante do corpo que habita. Necessidade de transfigurar-se, viver um personagem que aos pouco toma o lugar do autor passa a refletir-se sempre no espelho sem as mesmas características. Nos sentimos um ero da natureza. " O personagem do filme " Garota Dinamarquesa", aliás, a garota se descreveu nessa única frase: " Queria ser um mulher, não uma pintora!"
Pois bem, estou de volta. Agora, meu objetivo é viajar pelo Líbano e pela Grécia. Lembram-se de mim Sou o Tárik Murad, o jornalista árabe que retornou às origens para um livro reportagem. Pretendo fazer um segundo volume, e quem sabe, viver um novo romance! Quase vinte anos após as viagens que me proporcionaram escrever o “Às Escuras”, publicá-lo, e fazer boas vendas, o novo jornal para o qual trabalho agora, chamado “Diário diário”, me propôs que eu fizesse uma nova viagem, dessa vez, mais curta, por dois países apenas, para escrever reportagens, contar sobre a população, curiosidades, cultura, atualidades e a história desses lugares tão fascinantes. Será que dessa vez me apaixonarei por uma árabe ou por uma grega (...) Trecho do novo livro " Espelho de Focas", finalizado em abril de 2022
Essa reflexão vai para meu livro "YIN"
ResponderExcluir